O Novo Range Rover Velar fez a sua muito aguardada estreia mundial. Combinando um design icónico com tecnologia de vanguarda, o SUV compacto mais capaz e sofisticado da Land Rover até hoje foi desenhado para provocar emoções e reações naqueles que o veem.

A pergunta é: como é que conseguimos isto, exatamente?

Jinsop Lee, antigo professor de design e designer de estratégia galardoado, tem algumas ideias em relação a este assunto. Como um dos vencedores do TED Global Talent Search em 2012, a TED Talk acerca da “Five Senses Theory” (Teoria dos Cinco Sentidos) em 2013 foi vista por mais de 1,4 milhões de pessoas. Escrevendo exclusivamente para o Velar Circle, Lee fala-nos deste assunto e explica-nos porque uma abordagem multissensorial é, na sua opinião, a melhor forma de desenhar com impacto.

É difícil resumir a minha profissão. E não é por ter sido professor, consultor de design, executivo e distribuidor de comida ao domicílio (se bem que não nesta ordem!). Ao longo das várias profissões que exerci, o meu objetivo era sempre o mesmo: descobrir como proporcionar a melhor experiência ao utilizador.

«Como filho de um emigrante, fui mudando de país com a minha família a cada dois anos. E cada experiência que fui ganhando à volta do mundo teve um grande efeito na minha vida e na forma como via as coisas, culminando na minha educação de design. Apercebi-me de que ser designer não consistia apenas em desenhar “coisas bonitas”. Via a minha experiência de vida como inspiração para desenhar uma experiência melhor para os utilizadores, que pudesse ganhar a forma de um produto, site, serviço, palestra, enfim, aquela que se adequasse mais ao problema que pretendia resolver.

O outro lado disto é como os humanos avaliam estas experiências. Há alguns anos atrás, comecei a centrar-me nos cinco sentidos – visão, olfato, audição, tato e paladar – e no impacto que eles têm nas nossas experiências. Isto levou-me ao “diário dos cinco sentidos”, no qual fui registando experiências de vida diferentes de acordo com a forma como impactavam os meus sentidos. Encarei a pesquisa com gosto: comi grandes pratos, andei de mota, fiz mergulho e até aprendi a pilotar um avião. Além disso, ao ir recrutando amigos e alunos, fui acumulando uma grande quantidade de dados para a minha pesquisa ao longo de três anos.

E assim foram surgindo alguns dados interessantes. Porque é que gostamos de pickles e alface nos hambúrgueres? São ácidos, e a textura crocante e o som que fazem quando os trincamos equilibra a suavidade dos restantes ingredientes do hambúrguer. Porque é que as pessoas ainda preferem ler livros físicos em vez de virtuais? Pela textura específica e pelo cheiro que só o papel pode dar. Resumindo, observei que qualquer experiência podia ser ainda mais acentuada quando todos os sentidos estão envolvidos. Concluí que um bom design envolve mais do que apenas o lado estético.

Esta teoria também se aplica aos carros. O simples facto de estar dentro do veículo faz-nos estar em alerta: a forma como agarramos o volante quando entramos, o cheiro do veículo, o som da porta quando se fecha... Tudo isto sem sequer ligar o motor!

Um carro bem desenhado, como é o Range Rover Velar, vai mais além da estética. Quer seja numa roadtrip ou numa ida rápida ao supermercado, um veículo excecional é uma experiência sensorial interativa que devia impactar a todos os níveis.»

Junte-se ao Velar Circle para acompanhar a história da experiência completa de Jinsop Lee com o Novo Range Rover Velar. O projeto #InspiredByVelar também o levará numa viagem criativa, na qual cinco designers usam o Velar para criar algo original e inovador. E o melhor disto tudo é que os membros do Circle são sempre os primeiros a receber as últimas notícias, assim como a ter acesso a eventos exclusivos e experiências imperdíveis.

Jaguar Land Rover Limited: Registered office: Abbey Road, Whitley, Coventry CV3 4LF. Registered in England No: 1672070

Os valores disponibilizados resultam de testes realizados pelo fabricante em conformidade com a legislação da UE. O consumo de combustível específico de um veículo pode divergir dos valores obtidos nos testes e os valores servem apenas como termo de comparação.